registos, memórias e dicas de vadiagens...
Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
final das férias

(final do período de férias)

 


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publicado por allaround às 23:59
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Coconut Tree Artist

Palavras para quê?!


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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
O Padrinho

Quem não se lembra do filme O Padrinho? E da banda sonora? Enquanto estava em Mactan, filmei mais um registo sonoro, o que se ouve no vídeo que se segue.



publicado por allaround às 12:00
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007
Alegre

Na ilha de Mactan, localidade de Abuno, existem diversas fabricas de guitarras, sendo a mais famosa de todas a Alegre.

Sendo um dos locais que gostaria de visitar, deixei esse momento para quando regressasse de Bantayan island, antes de voar para Manila, de onde tinha bilhete de regresso à Europa.

Estando bem em Bantayan, foi difícil regressar. Regressar a Cebu, iniciar um retrocesso, retrocesso esse que representava para mim uma marcha em direcção ao final das férias, passando por locais onde outrora já tinha estado. Mas foi também difícil porque o último dia foi recheado de pequenos nadas, todos eles insignificantes, mas quando conjugados me deram a sensação que abandonar a ilha podia ser para outro dia, pelo menos apetecia-me. Mas assim não foi. E ainda bem (diria depois)!

Cheguei a Cebu city e fui directo ao aeroporto. Nem podia acreditar, não havia voos disponíveis, a não ser na segunda-feira de manhã... Mas essa história já aqui foi contada...!

Não visitei a fábrica. Mas vi os instrumentos, alguns apenas, é certo, mas de qualidade impressionante e preço convidativo. P10.000 , negociáveis, com mala de transporte incluída. Em mogno, com acabamentos a rosewood e conchas embutidas.

Aqui fica um pequeno registo musical...



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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007
Lapu-Lapu

Estátua em homenagem aos Lapu-Lapu em Mactan Shrine, na ilha de Mactan.

 



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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007
Cockfighting

Um dos eventos que não queria perder nas Filipinas era a luta de galos, que normalmente tem lugar aos fins-de-semana, durante todo o dia. Assim, estando eu em Borocay, resolvi ocupar a tarde de domingo a assistir a um desses eventos.

Meti-me numa moto-taxi e lá fui. O estádio, isso mesmo, estádio onde estavam a decorrer as competições ficava um pouco fora de mão e não foi fácil lá chegar, até porque a prática comum naqueles lados é fazer sempre o trajecto mais curto possível, independentemente da estrada, caminho ou simplesmente trilho esburacado que se utilize como via.

Paguei a entrada e lá fui, bastando guiar-me pelo cantar das dezenas, ou mesmo centenas de galos que aguardavam a sua vez para competir.

A primeira impressão foi de desorientação total, até porque não percebia como faziam as apostas antes de cada luta, mas vim a perceber à posteriori que era tudo uma questão de gestos e gritar o mais alto possível, termos que até hoje não sei se não terão apenas uma correspondência com a situação especifica, como se ali existisse um dialecto especial para comunicar com aqueles que registavam as apostas, e vice-versa, ou se eram proferidos em Tagalog (Filipino, ou Pilipino, como também se denomina a língia local).

Curiosamente as apostas não eram pagas no momento em que eram arrematadas, mas sim à posteriori, quer se perdesse ou ganhasse, o que desde logo me deixou no ar uma boa sensação de fair-play, pelo menos entre os apostadores.

As lutas propriamente, essas decorriam numa arena central, depois dos galos serem inspeccionados por um árbitro que verificava, nomeadamente, o estado das lâminas que cada um dos galos levava presa na pata direita.

Mas antes de cada luta havia lugar aquilo que me pareceu o warm-up de qualquer competição. Os galos a competir eram atiçados por um terceiro galo, que só entrava no recinto para lhes dar umas bicadas na cabeça, pescoço ou crista, afim dos enfurecer ainda mais.

Pude comprovar que a maioria das lutas não terminava com as bicadas que os galos davam mutuamente entre si, mas sim pela utilização das ditas lâminas que muitas vezes quase arrancavam as pernas dos adversários com um salto mais dinâmico e certeiro.

Mas não se pense que isso os aniquilava em definitivo, condenando-os à morte ou aquilo que poderia ser um abandono precoce da carreira desportiva. Logo ali eram operados, cozidos e tratados. Essas e outras imagens serão publicadas à posteriori. Para agora fica o vídeo de um dos combates. 



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Domingo, 26 de Agosto de 2007
Jeepney

Jeepney é o transporte mais popular em Manila, embora também se encontre noutras grandes cidades do país. Coloridos, decorados, barulhentos, poluentes, mas muito baratos, embora circulem quase sempre em círculos o que não permite que o trajecto entre dois pontos seja o mais curto possível. Também não têm ar condicionado, o que é obvio em transportes colectivos e baratos, por isso nem sempre são a melhor opção, ou até diria que não são efectivamente uma hipótese para qualquer tipo de deslocação. Mas antes de se tornarem horríveis, quando a confusão de uma cidade de 10 milhões de habitantes torna insuportável tudo o que nela vemos, são efectivamente muito bonitos, onde em cada um se descobre uma pequena diferença que o distingue de todos os outros que já vimos. São às centenas, ou mesmo milhares!

 


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Sábado, 25 de Agosto de 2007
Hernando de Magallanes

Já aqui foi editado um post com o titulo Nos Passos de Magalhães sobre a minha passagem pela ilha de Mactan.

Cheguei à ilha ao final de tarde, vindo de Borocay onde tinha passado uns dias fantásticos. E noites também! Na verdade, foi na última noite que me estiquei um pouco mais que a conta e por isso mesmo no dia seguinte foi uma carga de trabalhos para me levantar, arrumar a tralha, apanhar um tricycle , um barco, outro tricycle e chegar finalmente ao aeroporto. E lá parti.

Em Mactan fui directamente de taxi, do aeroporto, até ao denominado Mactan Shrine, dedicado não só ao nosso Fernão de Magalhães mas também aos Lapu-Lapu, tribo local que no passado 27 de Abril de 1521 o derrotou, quando este os subestimou e se deslocou a terra para lhes dar uma lição de diplomacia, apenas porque ofereciam resistência à sua proclamada intenção de domínio de tudo e de todos por onde passava, com a agravante de querer evangelizar todos quantos pudesse, convertendo-os ao cristianismo.

Como se diz na gíria popular, saiu-lhe o tiro pela culatra, e foi mesmo Fernão de Magalhães que veio a morrer depois dessa batalha.

Os Lapu-Lapu são assim os primeiros grandes heróis da nação Filipina, mas honestamente, não me parece que o monumento a eles erguido seja assim tão imponente, e digno da história que eles escreveram, nem tão pouco aquele que lá se ergueu, no mesmo espaço, fechado e bem tratado, diga-se em abono da verdade, que se dedica ao primeiro homem da história a circum-navegar o planeta, provando definitivamente que a terra é redonda e pode se coberta inteiramente por mar.

E atrás quando referi o navegador Fernão de Magalhães como nosso, não o fiz em vão, foi propositadamente, até porque não percebo como foi possível mudarem o seu nome para Hernando, o correspondente Castelhano para o nome próprio em Português de Fernando?! Acresce ainda que me deparei em diversas ocasiões, em conversas espontâneas mas propositadamente dirigidas ao tema, que os Filipinos, na sua maioria, pensam que Fernão de Magalhães era Espanhol?!

(monumento dedicado a Fernão de Magalhães, em Mactan Shrine )

A baía onde se travou a batalha atrás referida tem o nome do nosso navegador, baía de Magalhães, mas também essa passa perfeitamente despercebida, não se desse o caso de lá ter ido de propósito para visitar o lugar. É certo que quando lá cheguei a maré estava vazia, o que dava ao cenário um aspecto ainda mais desolador, com algumas cabanas de pescadores assentes em estacas e outras quantas embarcações à espera que a água enchesse e as deixasse navegar, se é que não estão lá apenas para turista ver, mas se assim é o cenário pode ainda ser considerado mais pobre, sem encanto e sem o impacto que se espera para quem tem hoje em dia o nome atribuído em tantas coisas como inclusive uma sonda americana que estudou o planeta Vénus ente 1990 e 1994, a sonda Magalhães.

(perspectiva de baía de Magalhães)

Perdi completamente a vontade de visitar outros lugares dedicados a Fernão de Magalhães, como Magellan's Cross em Cebu city, mas descobri posteriormente, já em Manila, que existe uma estação de metro, o metro de superfície da cidade, com o seu nome, assim como uma Village, ambas em Paranaque, a sul de Malate.

 



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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007
Bora-Bora-Bora-Boracay

Uma das músicas deste verão, pelo menos para mim!

Num dos bares em Borocay que costumava frequentar, encontrei o Armand, o artista do vídeo que se segue, aquele que canta com a expressiva babyface, animando o público nas belíssimas noites que lá passei.

Numa determinada fase da actuação era costume dirigir-se ao público fazendo referência a um extenso conjunto de países, que estando presentes na audiência, nas mesas à sua frente, logo de seguida batiam palmas. Era assim... South Korea, Germany, England, Sweden, Italy, United States, Japan, Canada, Philippines, etc, etc, terminando com "and all the other countries in the world". Não ouvi Portugal. Mas como na primeira noite tive a oportunidade de conhecer um grupo de viajantes solitários, cada um de sua nação, da Alemanha, Canadá e Inglaterra (isto é que é globalização...), que já privavam com o grupo de artistas que por ali tocavam, tive oportunidade de perguntar ao Armand o porquê de não fazer referência a Portugal. Simplesmente porque há por ali poucos, foi a resposta. Mas na noite seguinte lá se ouviu... South Korea , Germany , England , Sweden , Italy , United States , Japan , Philippines , PORTUGAL...

Ao lado do cantor aparece mais um musico, o que toca num caixote de precursão que é simultaneamente o banco onde se assenta. Pode não parecer, ou até mesmo não se ouvir, mas fazia um acompanhamento magnifico!




Ilha da Fuzeta

Será eventualmente um dos locais onde ainda não se sente o ambiente sufocante do Algarve turístico, no próprio Algarve. Diria mesmo que é um dos locais onde ainda não chegou grande parte do desenvolvimento que se encontra por todo o lado, onde as coisas simples mas funcionais fazem parte do prazer comum de uns dias em férias. Com barcos rudimentares, bolas de berlim à venda na praia (onde a ASAE ainda não chegou) e cervejinhas frescas para molhar a garganta. Já para não falar nos cães à solta, sem trela e sem dono, a brincar ou em perseguição (decida você mesmo - no fim do filme...).

(um vídeo deste verão)

 


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Sorriso Filipino

Três coisas que destacaria nesta foto: primeiro, o que um dos miúdos está a fazer com a pálpebra do olho esquerdo, que não é nenhuma deficiência; segundo, o gesto de um outro com a mão abaixo do queixo, como que a rasgar o sorriso, que vi montes de vezes e não percebi porque o fazem, embora tenha perguntado a algumas pessoas; terceiro, que descubra você mesmo!


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publicado por allaround às 05:38
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007
Come Again?

Esta era a imagem na saída do meu primeiro "resort" nas Filipinas. Come Again, era a mensagem à saída. Será que regressarei um dia? As Filipinas têm tanto por explorar na sua imensidão das mais de 7000 ilhas. Talvez aconteça...

 


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publicado por allaround às 10:00
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Cinquenta euros para esticar as pernas

Acordei cedo. Queria descansar um pouco mais mas as voltas na cama ditavam que estava na hora do banho. Levantei-me, arrumei a mochila, passei o corpo por agua e desci para o pequeno almoço. Tinha sido a minha última noite nas Filipinas.

American Breakfast. O que implica comer logo de manhãzinha uns ovos estrelados, bacon, pão torrado e manteiga. Pouco recomendável, é certo, mas as alternativas não eram as melhores. Para acompanhar um chá Lipton, que pecou apenas por vir a escaldar.

Aproveitei o tempo disponível e o chá que arrefecia para ler o jornal, local obviamente. Fiquei a par de um sismo que tina abalado a zona norte das Filipinas, com epicentro no mar, que não causou estragos em terra. Pouco mais me recordo, a não ser que da Europa só mesmo o Futebol, que por sinal, naquelas bandas asiáticas, nem é desporto de eleição.

Levantei-me da mesa, fui buscar a mochila e paguei a conta. Checkout completo, rua com ele. Com um táxi à porta nem precisava esperar, mas teve de ser, o espertalhão não queria ligar o táxi-meter e arrebatar de uma só vez 300 pesos, para uma distância que valeria no máximo metade desse valor, com trânsito e tudo. Esperei um pouco e lá passou um honesto, vazio, com AC e aquilo que poderia denominar de pé de chumbo, sempre a acelerar em direcção ao Nino Aquino International Airport.

Despedi-me da cidade. Despedi-me das férias. Em silêncio senti aquilo que um dia ouvi chamar de saudades do presente. Nostalgia em tempo real.

Entrei no aeroporto cedo, mas cedo que o necessário, mas pensei desde logo que poderia ser vantajoso, as hipóteses de conseguir um lugar no corredor da saída de emergência seriam maiores. Dirigi-me ao check in e foi aquilo que pedi, já agora, se possível, para os dois voos, de Manila a Amesterdão e daí para Lisboa. Cinquenta euros, era aquilo que teria de pagar, isto se quisesse ir de perna esticada. Nem podia acreditar, pensei que me estivessem a extorquir uns pesos a mais (embora o montante fosse mesmo referido em euros).

Pensei em reclamar, memorizei o nome Khristine H. Violete, a funcionária Filipina que me atendeu e virei costas, com lugar marcado para a fila 32, lugar G, logo atrás da fila pretendida.

Já distante, ocorreu-me pensar que poderia não haver ninguém interessado em pagar, o que acarretaria uma grave injustiça, beneficiando aqueles que chegam mais tarde, no caso do avião viajar completo (de passageiros). Enfim, ficaria para perceber, à posteriori, quem sabe?!

Acomodei-me no lugar e peguei na leitura, interrompida no momento que senti um abanão, o do avião a recuar na pista para a posição de descolagem (de descolagem não é bem o caso, porque depois da ajuda dos carros de tracção ainda se tem de fazer à pista). Fosse como fosse, foi nessa altura que reparei que não tinha ninguém à minha frente e sem tempo de reagir, de pensar um pouco mais, sou abordado por uma daquelas hospedeiras de bordo que parece que foram esculpidas a cinzel com a mestria de Miguel Ângelo, holandesa, só podia! Informou-me que assim que o aviaão levantasse voo poderia trocar de lugar, para o da frente, é claro, uma vez que eu era alto e lá ficaria bem melhor.

Nem podia acreditar, nem esperar tão pouco, levantei-me de imediato e passei para a frente, aproveitando para esclarecer ao que se devia tal medida. Regras novas, disse-me ela...

Refastelado e acomodado estava já nas leituras quando sou abordado de novo, desta vez por um comissário de bordo, que me convidava a mudar de lugar. Incrédulo e sem entender pensei que fosse para a “casa” de partida!? Mas não, era o lado oposto do avião onde viajava uma senhora com a qual ele não se entendia e podia não perceber alguma instrução urgente, em caso de necessidade, para operar com a porta de emergência.

Concordei e lá fui, mas qual não é o meu espanto que se tratava exactamente da mesma pessoa com a qual tinha viajado dezasseis dias antes na viagem para Manila. Uma surda musa, Francófona. Pelo menos era em Francês que ela comunicava, por escrito, porque por gestos não entendi nadinha.

O flight tracking a bordo mostrava 10423 km para percorrer. Íamos descolar e eu de perna esticada, ou cruzada, de regresso à leitura.

(nascer do sol a chegar às Filipinas, na viagem de Amesterdão para Manila)

 


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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007
Amsterdam

Antes do regresso a casa, ainda há lugar a mais uma passagem por Amesterdão, para mudança de voo, com direito a pequeno almoço no centro da cidade.



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de Regresso

Terminaram as férias e está na hora de viajar para ocidente, em direcção à Europa, em direcção a casa...

(mas ainda não será no Airbus A380, o da imagem)

 


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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007
O Portuguese

Mais um Português estabelecido por esse mundo fora. Este fui encontrá-lo em Bantayan Island, onde é proprietário de uma Marisqueira de se nome "O Portuguese".

Bandeiras de Portugal, galos de Barcelos, notas de escudos, rimas populares. Tudo isso se encontra por lá, espalhado pelo estabelecimento, como decoração, é claro. Não falta também o bitoque à portuguesa e o bacalhau cozido com todos, na ementa (além de outras especialidades). Para rematar, porque o resto conta-se depois, tambem tiram umas bicas porreiras. Que maravilha! Há quanto tempo...

 




Olha o Peixinho...

Encontrei dois putos logo no segundo dia de viagem, estavam à caça na zona leste da ilha de Borocay. Com armas rudimentares, mas  com pontaria... Veja-se só os peixes que um deles já tinha arpoado.

 



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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007
Bantayan Island

Apos três noites em Malapascua Island deixei a ilha. Dirigi-me para uma outra, também ao largo da grande ilha de Cebu, de seu nome Bantayan Island.

Para lá chegar, depois de deixar o alojamento onde fiquei e para percorrer apenas 40km, tive de apanhar 4 transportes: um barco, de Malapascua para Maya; um autocarro, de Maya para um cruzamento qualquer no meio do nada onde me disseram apenas, por gestos de mímica, que devia apanhar outro transporte da direcção oeste; um triciclo motorizado, desse tal cruzamento até um porto marítimo; e finalmente, um ferry para Bantayan Island. Foram 3h de viagem!

O ceu cor de chumbo não quer dizer nada, ou quase nada. Nao tem chovido nesta zona e a temperatura do ar não baixa dos 28ºC, igual à do mar...

 



publicado por allaround às 14:00
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Um mapa diferente

Já sabia que existiam mapas assim, ate já desejei ter um, com uma perspectiva ou representação diferente. A prova evidente que todo o homem é egocêntrico e gosta de se ver representado no centro, neste caso do mundo.

A foto foi tirada em Malapascua Island, no pior local com ligação à internet por onde já passei nestas incursões asiáticas .

 


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Domingo, 19 de Agosto de 2007
Crianças Felizes

Crianças felizes - saberão que cresceram quando ficarem tristes, como diria Tiago Salazar que tenho andado a ler nestes dias, juntamente com outros livros que trouxe na bagagem.

A foto foi captada na ilha de Malapascua, numa incursão pelas aldeolas pobres  e dispersas que fui encontrando numa volta pedestre pela ilha.

 



publicado por allaround às 17:00
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Colorau na fruta (memórias passadas)

É uma mistura curiosa, a de colocar colorau no meio de algumas frutas.

Dá-se um corte na fruta e insere-se a especiaria. Depois é só comer, se conseguir, claro!

Foi em Goa, à saída de uma escola, enquanto se esperava que o comboio passasse.

 


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Acordar Cedo

Acordei cedo. Os galos a desgarrada pareciam uma orquestra desafinada que me atordoava os ouvidos. Levantei-me. Dirigi-me a beira mar e o sol estava mesmo a nascer. Fotografei-o e rapidamente me dei conta que nem tão cedo acordarei com tamanha melodia. Tinha mudado de opinião, os galos já eram simpáticos .

Tomei o pequeno almoço e reflecti sobre o que fazer. Decisões  a tomar para os dias que se aproximam. Mas antes tinha resolver o problema de como barrar o pão, a manteiga vinha congelada. Lembrei-me de a encostar a caneca quentinha que entretanto tinha preparado com um Nescafé que ainda me sobrava, mais um dos volumes que levava na bagagem desde o embarque em Lisboa.

A noite passada tinha sido fantástica , coroada com um banho a meia noite estrelada, enquanto a agua se fundia com o ambiente exterior a 28 graus centigrados. E o banho só foi interrompido porque o descanso era merecido.

Decidi partir. Embarcar no ferry, passar para um autocarro e dirigir-me a Cebu city. Comecava assim a desenhar-se o regresso a casa, embora o tempo ainda me permitisse fazer planos paralelos, visitar a fabrica de guitarras em Mactan Island (fabrica Alegre), voar para Manila e passar por lá um dia inteiro. Porque mais deve ser pesadelo.

E ainda bem que não fiquei. Os condimentos eram óptimos mas a razão sobrepôs-se. Percebi agora que não teria outra hipótese de voar para Manila senão na segunda de manha. E hoje é domingo. E na terça também não há lugares e para a Europa tenho mesmo bilhete a partir da capital, na quarta bem cedinho.

Ainda bem que acordei cedo, ainda bem que reflecti. E ainda bem que os galos lá estavam.

 


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publicado por allaround às 07:49
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Sábado, 18 de Agosto de 2007
Threser Shark

Threser Shark representa o primeiro flop da viagem. Era suposto vê-los em Malapascua Island mas o mergulho resultou em quase nada. Quase nada é um exagero, até porque passei grande parte do tempo a curtir uns peixes palhaço (os nemos das criancas) e um scorpion fish ", um dos mestres da camuflagem.

Pois é  assim, dizem que só à terceira ou quarta tentativa é que se vê o dito cujo, mas eu como tinha mais que fazer não investi nessa lotaria...

(a imagem inserida foi registada na parede de um dos centros de mergulho - uma miragem?)

 



publicado por allaround às 08:08
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Comporta

Concelho de Alcácer do Sal, onde a península de Tróia se inicia, com o Sado de um lado e o Atlântico do outro.

 


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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007
Malapascua Island

Depois de Mactan e de ter ficado alojado uma noite na cidade de Cebu, desloquei-me para norte, em direcção à ilha de Malapascua .

Para lá chegar, tive de fazer uma penosa viajem de 4h num autocarro apinhado de gente e alguns animais. Na verdade, ouviam-se galinhas, ou galos, não sei bem, mas se galos fossem poderia mesmo dizer que viajava na companhia de atletas, tendo em conta que nas Filipinas a luta de galos é um desporto que move multidões e tem uma expressão que nunca pensei existir - mas essa é outra história, que contarei no futuro, hilariante, porque já fui assistir a uma tarde de lutas desses animais.

O autocarro parou em quase todas as "estacões e apeadeiros", que na verdade nem existem, porque para parar bastava que alguém quisesse sair, ou entrar, sendo que neste último caso a pessoa quase se atravessava na sua frente e o motorista tinha de parar bruscamente. O que vale é que tinha dormido bem, num hotel que me deixou mais uma história para contar, e não tive sono o caminho todo, pois vigilante e bem alerta lá tinha tempo de me agarrar.

Quando a viagem de autocarro terminou, em Maya, bastava apanhar um barco e em 25 minutos lá chegava a Malapascua . Acontece porém que assim que saí do autocarro o barco ía mesmo a partir e o próximo, o próximo só partiria quando estivesse cheio! Levou apenas 50 minutos e assim lá partimos, perto das 13h, sabendo que tinha saído da cidade de Cebu as 8h, tendo ate ao momento percorrido apenas 140km.

Mas valeu a pena! A ilha é um paraíso, quase que diria que se trata do Eden por desbravar, corromper, construir, maltratar... mas acredito que daqui por uns anos já não seja assim, porque falei com uns nativos e aquilo que me disseram é que cada vez há mais gente, especialmente na "hight season".

Como as condições são boas (refiro-me ao mar e o que nele habita) já existem uns centros de mergulho que juntamente com uns bungalows à beira mar plantados me vão fazer passar uns dias a relaxar.

A origem do nome Malapascua fica para contar depois, mas sabe-se que foi mesmo o nosso Fernão de Magalhães que a baptizou.

 



publicado por allaround às 13:10
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Um Certo Olhar

Mais um livro que no último minuto se decidirá se segue (seguiu) ou não na bagagem...

"Nós, os que partimos, somos ainda poucos. E de certa forma carregamos às costas, junto com a mochila, o peso dessa responsabilidade social de transmitir a novidade: vale a pena viajar. É bom, sabe bem, é construtivo e pode ser útil para o país. Por isso, fazem falta livros de viagem que transmitam essa novidade."

Gonçalo Cadilhe in Prefácio


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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007
Nos Passos de Magalhães

Este não  é certamente um dos artigos do viajante Gonçalo Cadilhe, que semanalmente vem editando na Única, revista do Expresso, a história da vida do navegador Português Fernão de Magalhães. Mas como passei pela ilha de Mactan e visitei o memorial ao primeiro homem a circum-navegar o planeta, lembrei-me de dar este titulo à vadiagem.

Foi nesta ilha que ele morreu e tal aconteceu porque na sua intenção de evangelizar o mundo por onde passava, obtendo  resistência da tribo Lapu-Lapu, resolveu dar-lhes uma lição , pessoalmente, deslocando-se a terra com um contingente de poucos homens. Em resultado disso mesmo, quem recebeu a maior e mais penosa lição da sua vida foi ele, vindo a morrer nessa batalha.

(Memorial a Fernao de Magalhaes )

 

Mais se poderia dizer, acescentar e editar, mas  verdade é que isso terá de ficar mesmo para depois, pois ainda nao tinha tido acesso tão lento à internet...

 



publicado por allaround às 12:56
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Vietename (?)

(podia bem ser, mas não, a imagem foi captada na Comporta - final do mês de Julho)

 


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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007
Red Horse

Fui surpreendido com uma prática desconhecida, pelo menos para mim, a de beber cerveja com gelo. Aconteceu quando pedi a minha primeira Red Horse. E garanto que não é mau, muito mais refrescante, com a vantagem de se abusarmos, no dia seguinte, não temos tanta secura...

 


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CAMIA

Fiz um mergulho fantástico num naufrágio em frente à "white beach " em Borocay. Um navio de carga em aço, afundado propositadamente há 6 anos atrás , que hoje em dia já está repleto de vida marinha.

Como está na posição vertical, direitinho como se ainda flutuasse, dá para explorar tudo e mais alguma coisa, desde o porão de carga, passando pela sala das máquinas, cabine da tripulação e até mesmo a ponte de comando.

O seu nome de registo era Camia.

 

 



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Viagens Sentimentais

Um livro que no último minuto se decidirá se segue (seguiu) ou não na bagagem... que por si só, com todos os restantes já pesa!

O primeiro livro de Tiago Salazar, mais um jovem da belíssima colheita de 72. Diz-se um eterno finalista de Relações Internacionais, que debutou no Semanário como jornalista, escrevendo sobre artes plásticas, livros, pessoas célebres (e menos célebres), política, economia, sociedade, desporto e obituários. Mantém-se activo como repórter de viagens e cronista na revista Magazine Artes, colaborando também com a Vogue, GQ e Rotas & Destinos.

 


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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007
Bob Marley?

Por vezes reparamos em pormenores curiosos. Olhando para a foto que segue o que é que se vê? Não vale ler o texto mais abaixo!

Isso mesmo, um autocolante com a bandeira de Portugal! Perguntei ao artista, na verdade um musico muito bom, que na Europa viveria com certeza muito bem, com convites para tocar em qualquer Hard Rock Café, a razão de ser da bandeira. Riu-se e pouco acrescentou, disse-me apenas que passou uma semana por Hong Kong, na sua única saída das Filipinas em toda a sua vida e por simpatia comprou o autocolante, porque essa viagem teve lugar na data em que Macau foi anexado à China.

Curioso, na verdade, mas para que a surpresa não ficasse por aí, a sua bolsa tinha estampada a bandeira do Brasil...

Vá-se lá perceber isto! Em Borocay, nas Filipinas, tão longe...

 


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Crocs

São leves (menos de 100g cada), anti-bacterianas, anti-odores e flutuam. Para além de serem muito confortáveis.

(As minhas, seguiram na bagagem!)

 


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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007
White Beach (II)

Esta praia é mesmo fantástica, só é pena que que pareça demasiado turística para a época alta (não esta em que nos encontramos). Passamos a explicar. Existem muitos equipamentos turísticos o que por si só não é bom sinal se se pretende encontrar um local mais calmo para descanso em sossego, mas valendo o facto de estarmos na "rainy season", que contrasta bem com o facto de não termos chuva nenhuma (como se pode ver na imagem que se segue), tenho visto a quantidade exacta de turistas, isto é, nem poucos para que pareça um deserto, nem muitos para que pareça um centro comercial num fim-de-semana-de-inverno.

Podia continuar a editar fotos sobre esta praia, infinitamente, mas fica para outra data...

 


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publicado por allaround às 18:00
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Monte Luho

Em Borocay existe um ponto alto, chamado monte Luho, que tem uma vista panorâmica sobre toda a ilha, no entanto, para lá chegar não é fácil, tem mesmo de se alugar transporte, porque a pé dá para acabar com as energias de um dia.

Foi o que fiz. Aluguei uma moto-taxi e por 50 pesos lá fui, no banco de trás de uma 125cc a 4 tempos.

Subi ao monte e depois de uns quantos degraus e de pagar mais 50 pesos de taxa - para quem? - para o proprietário do terreno! Cheguei a pensar que era para o governo local, como sendo um tipo de subsidio do turismo para aplicar no melhoramento de determinadas infra-estruturas, mas não...!

Lá em cima, dei de caras com umas Sul Coreanas que me pediram logo para tirar umas fotos com elas, ao que acedi, pedindo-lhes igualmente para me tirarem umas fotos a mim. Mas o melhor aconteceu depois, quando descemos, uma vez que apanhei boleia delas. Não propriamente delas, mas com o seu guia, que seguia de moto às sua frente para indicar o caminho às três, que iam em motos-4-miniatura-para-turista-vêr-e-alugar.

Fiz umas fotos da ilha, duas das quais inseridas neste post . Na segunda, pode-se ver ao fundo a grande ilha de Panay, onde aterram os voos para quem se quer deslocar para Borocay - aterram em Kalibo (aviões maiores) e Caticlan .

 


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chillout

Nao é o ambiente chillout de outros locais asiáticos por onde ja passei, como Koh Tao, por exemplo, mas em Borocay há lugares interessantes à beira mar, muito convidativos...

 


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Domingo, 12 de Agosto de 2007
Cobras, e não só...

No segundo dia de mergulho em Borocay vi cobras, e não só... Mergulhei duas vezes e vi muito mais, inclusive tubarões "White Tip". Deixo aqui três fotos. Os tubarões aparecerão mais tarde quando conseguir fazer o up-load dos vídeos que fiz.

 




Sábado, 11 de Agosto de 2007
Porque hoje deve ser sábado...

Apetecia-me ler o jornal, mas não o posso comprar, pelo menos aquele que sai ao sábado e que aqui não se encontra - o Expresso.

Podia ir à internet, mas não dá jeito, é lenta e prefiro tratar de outras questões.

Enfim, assim sendo, lá peguei no que trazia na bagagem, deitei-me na frente do bangalow que aluguei em Boracay e li notícias da semana passada. Não se pode ter tudo.

 


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publicado por allaround às 12:39
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Mergulho em Borocay

Foi assim o mergulho de ontem. Água azul e muitos corais lindíssimos, sem não esquecer a vida marinha que os rodeia. Prendeu-me especialmente a atenção  a variedade de "soft corals", bem como algumas espécies que antes só tinha visto no Aquário Vasco da Gama... Aqui ficam algumas das imagens captadas.

 



publicado por allaround às 09:00
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007
Bagagem do Viajante - VI

Últimos livros na bagagem, talvez mesmo os mais importantes...

 

 


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Parau, Parau

As embarcações tradicionais das Filipinas são quase todas com flutuadores laterais, que as estabilizam. E muitas são preparadas apenas para o gozo turístico , como as que se seguem.

Numa incursão à zona leste da ilha, onde tirei umas fotos interessantíssimas de uns miúdos na caça submarina (que hei-de publicar futuramente) fiz também a foto que se segue. Como os miúdos estavam curiosos a olhar para a maquina fotografica, mostrei-lhes o que tinha registado e eles começaram a dizer "parau , parau". Fiquei então a saber o nome dessas embarcações no dialecto local.

 


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publicado por allaround às 11:00
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Sair da Microsoft... (Bagagem do Viajante - V)

John Wood descobriu a missão da sua vida numa viagem de autodescoberta aos Himalaias. Encurralado entre uma carreira totalmente absorvente na direcção da Microsoft e o desejo de fazer alguma coisa verdadeiramente significativa...


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publicado por allaround às 08:00
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White Beach (I)

Em Borocay, a praia é um espectáculo! Especialmente a "white beach" no lado ocidental da ilha, com 4 quilómetros de extensão e uma areia tão fina que mal se sente nos pés.

Embora nesta altura do ano exista sempre muito vento, que sopra predominantemente de SW, ainda não senti que o mesmo pudesse ser desagradável. Não chega a levantar a areia do solo e  é sempre quente. Não tão quente como a água, que não baixa dos 28 graus...

Aqui ficam duas fotos fresquinhas, uma de ontem ao final da tarde e outra de hoje de manhã, antes de ir para o mergulho, quando a maré estava completamente cheia.

 


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publicado por allaround às 05:42
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Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007
Aventuras de um Nabogador (Bagagem do Viajante - IV)

Histórias sem moral, em cont(o)exto ou, como o próprio autor indica, ensanduichadas. Decorrem na Tailândia e nas Caraíbas, na Colômbia a na Califórnia, mas sempre com um toque forte de Açores e Nova Inglaterra, banhadas no Dezembro de 2006.

Dois excertos...

1."Num jantar em casa do meu amigo Jeff uma Dinamarquesa contou-me que passeava a pé nas ruas em Portugal e achava estranho que muitas pessoas partilhassem o último nome. Estranhei eu pelo meu lado, mas ela insistiu que o vira gravado em várias portas. E até se lembrava: era CORREIO. Algo estava torto visto do reino da Dinamarca."

2."Conta-se que quando Henry David Thoreau foi para a prisão por ter protestado contra uma lei injusta, foi visitá-lo o filósofo Ralph Waldo Emerson. - Henry, que fazes aí dentro? E o grande amante da natureza respondeu: - E tu, que fazes aí fora?"

Moral destas estórias: visto daqui, nenhuma.

 


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publicado por allaround às 18:00
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Fernão de Magalhães (Bagagem do Viajante - III)

O segundo livro na bagagem trata a vida de Fernão de Magalhães, naquela que foi a primeira circum-navegação à vela do planeta, cuja vida está agora a ser seguida pelo jornalista e viajante Gonçalo Cadilhe, com publicações semanais na Única, revista do Expresso.

Li-o em 1995, dois anos depois da primeira edição Portuguesa e agora levo-o no bolso, para recordar certos pormenores...


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publicado por allaround às 13:00
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Alma de Viajante (Bagagem do Viajante - II)

De férias, há uma coisa que não pode faltar, os livros! Tenho uns quantos na bagagem e aqui deixo dois que já li mas que teimei em levar comigo.

O primeiro, é quase imprescindível para quem gosta de viajar. Foi escrito por um "tuga" que andou pelo mundo durante 14 meses, cuja página na internet temos linkada no blog. Atrevia-me a dizer que é o melhor livro de viagens que já li escrito por um Português, em conteúdo, imagem gráfica, foto e até no papel.

 


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Primeiras Impressoes

Depois de quase 22 horas de viagem, 16 dessas em voo, cheguei ao destino. A viagem foi dolorosa, embora a maior das três ligações tenha sido feita num lugar da saída de emergência o que dá outro conforto - mas quem é que pode falar em conforto quando se passam 12 horas seguidas desde que se deixa Amesterdão até que se chega a Manila?!

Em Manila optei por comprar directamente um bilhete para o destino de praia. A ideia inicial seria essa, ou a de optar por passar 1-2 dias na capital, rumando a sul de seguida. Optei pela primeira, ficando Manila para o final da viagem... 

Comprei um bilhete com a Asian Spirit e 50 minutos depois do embarque lá estava eu a aterrar em Caticlan. Pelo caminho, como o voo se faz a baixa altitude, no máximo a 3000m, dá para ir apreciando a paisagem, num cenário cheio de ilhas e mais ilhas... uma vez que as Filipinas têm mais de 7000 ilhas!

Em Caticlam apanha-se um transporte local a que chamam tricycle (uma motorizada com side-car) e em 5 minutos chega-se ao pontão, para apanhar o barco que faz ligação a Borocay (mais 5 minutos de viagem).

Depois... depois é aquilo que já se sabe, um cenário de praia fantástico!!! Água quentinha, temperatura ambiente a rondar os 28-30 graus, etc , etc... Os pormenores ficam para depois, agora tenho de ir dar uma banhoca !

(fotos do dia em que aterrei em Borocay )

P.S.

1- Não tenho acesso a minha lista de endereços no e-mail, não sei bem porquê? Para contactar com alguém necessito que primeiro me enviem um mail, fundamentalmente porque não tenho os endereços decorados ou registados noutro sitio qualquer.

2- Aqui não há teclados que permitam a acentuação mais correcta em certas palavras. Só mesmo o corrector do sapo é que me permite resolver alguns erros, mas há outros que nem o sapo resolve... Fica a explicação para o que eventualmente soe menos bem.

 


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publicado por allaround às 05:28
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007
Democratas (Bagagem do Viajante - I)

Na bagagem do viajante seguem muitas coisas, algumas das quais bastante associadas ao imaginário das viagens, como o caso das cigarrilhas Democratas, que um dia foram fumadas num comboio asiático ao sabor das Tiger Beer, que se servem no mesmo país das Singha, enquanto se fazia uma pausa no Moscatel de Setúbal.

Contava-se aqui uma longa história mas fica para a próxima...

As Democratas são das ilhas, das nossas ilhas! Dos Açores, da Terceira, e foram trazidas por um retornado ao Continente Europeu que por estas datas anda a vaguear pelo Continente Asiático, em férias!

Estas seguem comigo e já se sabe que provocam o cancro, mas o envelhecimento da pele?! Pouco importa, são cigarr -- ilhas (cigarrilhas das ilhas) com um valor especial, sentimental ou nostálgico, pouco importa!

 


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Bagagem do Viajante - Introdução

Como em todas as deslocações, quando se viaja, é necessário seleccionar o que se transporta, porque o peso incomoda, mas sem omissões, porque há necessidade básicas a que nos acostumámos, das quais não abdicamos.

Não revelo aquilo que transporto, pelo menos em detalhe, mas alguns dos objectos estão retratados na imagem que se segue, tirada no dia em que comecei a separar aquilo que levo (quase sempre a mesma coisa), para que nada fique esquecido.

Para diminuir o excesso de bagagem podem-se tomar decisões simples, como esta, por exemplo: Não levo toalha de banho, quase sempre grande e volumosa, que se suja com facilidade. Levo uma toalha de piscina, concebida num material especial, absolvente e maleável, que se seca com um simples torção. Além disso, lava-se com facilidade e é leve e pequena, cabendo num recipiente quase do tamanho de uma lata de cerveja.

Os livros que me acompanham, assim como outros pequenos objectos, serão vistos lá mais para a frente, em posts a publicar a partir de hoje.

 



publicado por allaround às 17:00
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another Take Off

Mais uma viagem, desta vez curta, apenas de 45minutos, em direcção ao destino final... Ou não, porque depois ainda falta uma pequena ligação por terra (triciclo) e outra por mar (barco), curtas e muito interessantes. Vale a pena!

(será um voo seguro? nunca se sabe...!)

 Uma vez mais o post sai na hora nacional Portuguesa...

 


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